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Superpartido aumenta chances para candidatura de Pessuto a deputado estadual



NOVO PARTIDO
O anúncio dessa semana que o Chefe de Gabinete da Prefeitura de Fernandópolis, Rodrigo Ortunho, assumirá o comando do partido que deve surgir da fusão entre DEM e PSL, coloca mais uma peça no quebra-cabeças de uma possível candidatura do prefeito André Pessuto (DEM) a deputado estadual.

CHAMA O BOMBEIRO
O RSP já abordou a possibilidade, oriunda, principalmente, da vontade do deputado federal Fausto Pinato (PP), queimado na cidade – com votação decrescente entre 2014 e 2018 -, e que vê em Pessuto a salvação para uma boa votação em Fernandópolis.

CALCULADORA NA MÃO
Agora, o cálculo vira, finalmente... um cálculo. A nova legenda vai ter, disparado, o maior fundo eleitoral do país. E mais importante que isso, a legenda deve buscar “celebridades”, de dentro e fora da política e tentar repetir o remédio que elegeu, inclusive, Fausto – muitos votos para “puxar” candidatos pouco votados. O ideal seria que Janaína Pascoal (PSL) ficasse na legenda, algo improvável, mas não impossível de acontecer.

VAI NA FÉ
Se a conjuntura for favorável já há, próximo ao prefeito, quem apoie uma eventual candidatura. Pode ser que não apoie publicamente, mas com certeza o vice Artur Watson (PSDB) torce para tal.

JÁ PENSOU?
Uma curiosidade: inicialmente o vereador Cabo Santos seria candidato pelo PSL. Por possíveis problemas jurídicos, foi eleito pelo Solidariedade. Seria engraçado caso ele caísse no partido do prefeito – ainda que a sua saída fosse justificável.

CASA NOVA
Falando em comando de partido, os planos do Republicanos em Fernandópolis passam, a partir de agora, pelas mãos do vereador João Garcia Filho (PTB). Edson Freire, que sempre fala pelo partido no município, confirmou a informação ao RSP.

A VOLTA DOS QUE NÃO FORAM
Ano passado, antes das eleições e de uma casa para chamar de sua, Joãozinho tentou o Republicanos, mas foi escanteado pela turma da dona Adélia – que depois perdeu o partido para Renato Colombano.

NO BARCO...
Depois o pai, o ex-vereador João Garcia, tentou montar o PROS, mas ficou longe de conseguir montar uma chapa, por falta, obviamente, de nomes suficientes para isso. Por fim, Joãozinho desembarcou no PTB de Henri Dias, onde foi eleito na rapa do tacho, com 407 votos.

...PULOU DO BARCO
Em comum nas andanças em busca de casa? As criticas ao deputado federal Fausto Pinato, que teria passado a perna na família quando estavam no PP. Agora, ainda que de forma não oficial, já que vereadores não podem mudar de partido, João Garcia Filho, que foi o último na lista, foi o primeiro a mudar de casa.

PARA QUE LADO?
Joãozinho tentou, no começo do mandato, se aproximar da situação, mas não teve a abertura que imaginou. O vereador tem, inclusive, a fama de “chato” no Paço Municipal. Já entre os edis “independentes” – não dá para falar que exista oposição -, sempre houve desconfiança com os atos do novo republicano. Vamos ver qual caminho Joãozinho pretende tomar.

PARECERES
Os vereadores votaram nesta semana, ainda sem a sanção do prefeito André Pessuto, o projeto do REFIS. Anteriormente, o argumento do Executivo para não realizar o parcelamento era uma suposta inconstitucionalidade, apontada pela Procuradoria do Município. Parecer que mudou, aparentemente, mostrando uma contradição da PGR. E ainda bem que mudou, pois o projeto beneficiou, diretamente, a população.

NO FINAL DEU CERTO
Como bem diz o ditado, antes tarde do que nunca. Ainda que atrasado em relação às cidades que fizeram o parcelamento bem antes, pelo menos os contribuintes fernandopolenses, principalmente os afetados pela pandemia, poderão colocar as contas em dia.


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