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Imposto solidário: Organizações sociais temem queda na arrecadação



A pandemia do coronavírus fez com que o Governo Federal modificasse a data de entrega da declaração do Imposto de Renda (IR). O período, que encerrava no dia 30 de abril, mudou para 30 de junho. Porém, faltando apenas cinco dias para o prazo final, mais de 10 milhões de contribuintes ainda não entregaram a declaração, segundo dados da Receita Federal. 

O compromisso, que pode ser visto por muitos brasileiros como burocracia, também é uma oportunidade de praticar a solidariedade e beneficiar projetos e pessoas afetadas pela pandemia O contribuinte que opta pelo modo completo pode destinar até 3% do imposto para instituições sociais. “Sabemos que esse é um momento em que as pessoas ficam meio receosas para doar, mas o dinheiro destinado já seria pago ao governo de qualquer maneira. A destinação para instituições, principalmente neste período de pandemia, é muito importante, já que muitas organizações se mantém o ano todo somente por conta desse direcionamento”, explica o gerente de Parcerias e Marketing do Marista Escolas Sociais, Rodolfo Schneider.

Segundo o especialista, esse valor retorna ou é abatido na restituição em 2020 ou no próximo ano e se a pessoa tiver imposto a restituir, o valor doado é acrescentado ao montante (calculado já no sistema da Receita) e ela o recebe no período de restituição. Se o contribuinte tiver imposto a pagar, o valor doado é descontado do débito.

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