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Grupo de ufólogos relata aparecimento de ovnis na região



Enquanto a maioria das pessoas passa um tempo precioso de cabeça baixa, mais atraída pela tela do smartphone do que pelo brilho das estrelas, um grupo de moradores da região de Rio Preto que permanece de olhos atentos ao céu afirma convicto: a movimentação de objetos voadores não identificados (ovnis) por essas bandas é intensa.

Coordenador do Grupo de Estudos e Pesquisas Ufológicas Rio Preto, o ufólogo Wagner Macedo diz receber por mês uma média de 10 relatos de gente contando ter visto óvnis em algum lugar do Brasil, sendo a maior parte dos avistamentos na região.

“Recebemos muitos relatos de Mirassol, Mirassolândia, Ipiguá, Cedral, Fernandópolis e dos distritos de Engenheiro Schmitt e de Talhado”, afirma Macedo, que é ufólogo desde 1999, caminho que diz ter trilhado depois de, em companhia da mãe, avistar um óvni da janela do apartamento em que morava, em 1988.

O grupo reúne atualmente 174 estudiosos e entusiastas do tema. A integração é feita por meio do Facebook e do WhatsApp onde, além de trocar conhecimentos, recebem os relatos, que só são levados a sério e publicados depois de um processo de checagem em que o primeiro passo é confirmar a identidade de quem resolveu compartilhar a experiência. Na página do grupo no Facebook, são 13,6 mil seguidores.

“Quando o relato é de gente da região, buscamos conversar pessoalmente, investigar e fazer vigílias no local”, diz Macedo, que admite não ser possível confirmar a veracidade total dos relatos que recebe. “Existem casos de pessoas com algum distúrbio psiquiátrico e também de gente que fica impressionada ao confundir satélites e planetas muito brilhantes com óvnis, mas são minoria”, garante Macedo.

Os óvnis, de acordo com os relatos, podem ser avistados principalmente em áreas rurais e durante a madrugada. Se apresentam em diversas formas, como esferas luminosas que atravessam matéria sólida, discos e objetos triangulares, entre outras. “No campo é possível ver a movimentação a partir das 21h30. Já entre meia-noite e duas da manhã dá pra ver mesmo em meio às luzes da cidade”, diz o operador de máquinas Luís Vinícius Soares, integrante do grupo de estudos.

Soares mora em Cedral e relata ver óvnis riscando o céu com frequência. Também afirma ter visto um ser extraterrestre se materializar bem na sua frente e de seu cão e esporadicamente ser posto em contato com outros seres alienígenas por meio do que chama de projeções. 

 


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