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Marketplaces: o shopping online dos pequenos negócios



“É uma união forte. O cliente entra e encontra tudo o que ele quer. Costumamos dizer que o cliente encontra de alfinete a foguete”, define Mayra Gianoni, especialista da B2W.

A venda online passou a ser uma questão de sobrevivências para muitos micro e pequenos negócios com o comércio fechado por conta da determinação do isolamento social causado pela pandemia do novo coronavírus.

Vale dizer que a venda por marketplace é uma estratégia que pode ser adotada independe de crise. “Marketplace não é uma moda, é uma realidade e só tende a crescer aqui no Brasil”, destaca Wilson Borges, consultor do Sebrae-SP.

Há várias opções de marketplaces no Brasil, inclusive segmentados por tipo de produtos, como estética, roupas, artesanato, mas os mais conhecidos são B2W (Americanas, Submarino e Shoptime), Mercado Livre, Amazon, Via Varejo (Extra, Casas Bahia e Ponto Frio), Magazine Luiza, Elo 7, entre outros.

A vantagem dos marketplaces é que a empresa que quer vender já encontra uma estrutura de loja online montada. Essa é uma das principais diferenças do e-commerce, que é quando você tem um site próprio.

No seu e-commerce, você terá que partir do zero, da criação do site, pensando em layout e usabilidade, até o cadastro do cliente e os meios de pagamentos, sem esquecer da questão da segurança. E ainda tem que estruturar a logística e investir em marketing para direcionar fluxo para o seu comércio online.

No marketplace,  a empresa precisará focar em produzir boas fotos e caprichar na descrição do produto, um grande desafio, pois é um texto que precisa ser claro, com informações técnicas, com palavras-chave e em tom de vendas. “Tem que transformar o olho no olho, o cara a cara e as habilidades persuasivas em conteúdo”, orienta o consultor do Sebrae-SP.

Neste momento, recomenda Wilson, o empreendedor deve se colocar no lugar do cliente. “Pense como cliente na hora de cadastrar seu item. Você compraria com aquela foto? Você estaria satisfeito com a descrição? Faça com olhar de cliente”. explica.

Por outro lado, nos marketplaces, assim como a sua empresa, muitos outros lojistas podem estar vendendo produtos similares na mesma plataforma a custos mais baixos. Vai ter que investir também em marketing e em agregar valor ao seu produto.

Uma forma de alcançar esse diferencial é fazendo um bom atendimento. Maya, lembra que os marketplaces têm um indicador de reputação. “Tem gente que paga até mais por causa da qualificação que os usuários dão para o lojista e isso começa no atendimento”, diz ela.

“O cliente não é cliente só quando compra, mas depois também, até porque, ele pode ser um divulgador da sua loja”, ressalta Wilson.

Vale lembrar que um canal não inviabiliza o outro. Sua empresa pode ter um e-commerce próprio, uma loja física e uma estratégia de atuação em marketplaces.

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